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17 de ago. de 2018

"The Messenger", retro game de ninja estilo NES, chega dia 30!


Para o fim desse mês está marcado para chegar nas lojas virtuais Steam e GOG e também para o Nintendo Switch um novo retro-jogo que parece promissor, "The Messenger"- em especial se você gostava dos jogos de 8 bits da franquia "Ninja Gaiden"!
Visualmente o jogo lembra bastante a trilogia do NES, inclusive com o detalhe do ninja-gi (isto é, a "roupa de ninja") sem mangas, mas com uns toques 16 bits em algumas coisas.
A história está no ponto para quem gosta de filmes/ HQs/ games de ninja: Em pleno Japão feudal, um vilarejo daqueles que ficam entre nada e lugar nenhum é cercado e sitiado por um exército demoníaco, com youkai até de sobra para umas 50 edições de "InuYasha". Agora cabe a um jovem ninja mostrar que é digno do título e atravessar um mundo amaldiçoado para entregar um pergaminho essencial para a sobrevivência de seu clã e de todo o vilarejo (não necessariamente nessa ordem).


O jogo é estilo plataforma e os desenvolvedores da Sabotage prometem uma jogabilidade dinâmica e acrobática, além de atenção especial para o quesito exploração, com fazes secretas e caminhos alternativos a serem descobertos. "The Messenger", assim como "Ninja Gaiden III- The Ancient Ship of Doom", se arrisca a colocar um pouco de ficção científica na mistura, embora enquanto "Ninja Gaiden III" usou naves espaciais como ingrediente, "The Messenger" optou por viagens no tempo. Os desenvolvedores também prometeram bom humor no jogo, o que é um pouco mais raro em aventuras dos guerreiros das sombras nipônicos.
Outro atrativo do jogo é uma trilha sonora creditada a um artista contemporâneo famoso como compositor de 8 bits, Rainbowdargoneyes. Pelo que vi (na verdade ouvi) no trailer do jogo, o trabalho do cara é bom mesmo!
Para fechar o assunto por hoje, vou deixar o trailer de "The Messenger" logo aí embaixo. Confira!


14 de ago. de 2018

"Tanglewood" chegou na Steam!


Hoje, 14 de agosto, "Tanglewood" finalmente chega à loja Steam! Um novo jogo para Mega Driveque mistura plataforma com puzzles e feito com recursos da época! 
Em termos de gráficos, o "Tanglewood" me lembrou bastante "The Jungle Book" e "The Lion King" para Mega Drive, mas com um estilo de jogo mais parecido com "Pocahontas". 
O jogo segue as aventuras e desventuras de Nymn, um animal que lembra uma raposa, em um mundo florestas alienígena com dois sóis, enquanto o bichinho tenta sobreviver aos perigos da noite após se separar de seu bando. Corra, pule, resolva puzzles e veja o sol raiar de novo.
Só achamos o preço meio salgado (R$34,99) mas levando em consideração todo o trabalho que o cara teve para trabalhar e programar com ferramentas de uns 20 anos atrás, até dá para reconsiderar- até porque não é um jogo curto... tem 28 estágios, divididos em 8 capítulos.
Nós do OSD torcemos pelo sucesso do jogo e que seus criadores lancem outros retrogames nessa mesma linha de 16 bits!

29 de jul. de 2018

Jogos no Steam para Retrogamers #16

 Lembra de quando você tinha férias em julho? Veja pelo lado bom... pelo menos você não fica mais triste no finzinho do mês, vendo as érias acabarem. Talvez agora fique triste o mês inteiro, mas fazer o que? É  a vida... E para ajudar você a suportar o fardo, nós do OSD separamos mais alguns jogos retrô na loja Steam que lembram os jogos com os quais você se divertia em julhos passados.

SUGESTÃO #1

Se você está com saudades de jogar: Ninja Golf (Atari 7800); Battle Golfer Yui (Mega Drive)

Tente: RPGolf


Sinopse: Misturar jogos de golfe com outros estilos sempre resultou em jogos peculiares... RPGolf não foge a regra... misture golf, exploração de um mundo consideravelmente grande (Tem até dungeon!) e gombates e magias estilo action RPG (daqueles que você aperta um botão para golpear o inimigo, como "The Legend of Zelda: A Link to the Past") e é o que sai! A história é tão caricata que chega a ser realmente divertida: Um reino distante, cuja principal diversão de seus habitantes é jogar golfe tem seu único campo de golfe invadido por monstros. Anos depois uma jovem que treinou tanto luta quanto golfe decide expulsar os monstros e retomar o campo, isso entre uma tacada e outra. Não esqueça de perambular pelo cenário para achar coisas como baús de tesouro e máquinas de refrigerante.

SUGESTÃO #2

Se você está com saudades de jogar: Arkanoid (NES, Atari 2600), Wood Pop (Master System, Game Gear), Devilish/ Bad Omen (Mega Drive)

Tente: Death's Hangover


Sinopse: A Morte tomou um porre e quando estava curtindo a ressaca descobriu que Drácula tinha roubado várias almas. A Morte ent]ao recruta dois guerreiros antigos, um celta e um bretão (chamados pelos nomes tão contemporâneos de Andy e Bob) e os concede uma vida temporária para recuperarem as almas. Caso selam bem sucedidos, voltam a vida definitivamente; Por alguma razão a Morte decide traze-los de volta como mulheres... vai entender...
O jogo é estilo "ball and paddle", onde você deve rebater a bola para eliminar inimigos e obstáculos. Produzido pelo mesmo estúdio responsábel por "Super Trench Attack", o Retro Army Limited, "Death's Hangover" tem o mesmo estilo trash/ camp de "Super Trench Attack"- inclusive um dos estágios é o BANHEIRO do castelo do Drácula, onde cocôs gigantes estão espalhados por todo lado esperando para serem destruídos. Mais trash que isso, impossível.
Sim, é sério.

SUGESTÃO #3

Se você está cm saudades de jogar: Kirby's Adventure (NES), Kirby's Dream Land 3 (SNES), Super Mario Bros 2/ USA (NES), Little Nemo: The Dream Master (NES)

Tente: Curse of the Crescent Island


Sinopse: Um jogo de plataforma onde um rei e uma rainha devem salvar sua ilha de uma maldição, a qual transformou seus súditos em monstros. Mas não se desespere! Muitos desses monstros acabam sendo úteis ao casal de protagonistas, funcionando como brocas para quebrar pedras e outras ferramentas!
E o destaque do jogo vai para os belos gráficos estilo 16 bits!


Essas são as dicas dessa edição. Um bom jogo a todos e aguentem as pontas até o próximo feriado- em setembro!
Eu realmente nunca gostei de agosto...

15 de jul. de 2018

10 Zelda-clones oldschool que valem a pena ser jogados

"The Legend of Zelda" foi lançado para o NES em 1986 e além de dar origem a uma das franquias de maiores sucessos do mundo dos jogos também gerou uma quantidade considerável de "clones", os quais tentavam pegar carona no sucesso do título.
Sendo bem sincero...  obviamente nem todo "clone" é um bom jogo, mas também acho que um jogo ser um "clone" de outro mais famoso não é, em si, impeditivo algum para ter qualidade e ser divertido. Nós do OSD separamos dez jogos antigos semelhantes demais com a franquia "Zelda" para ser mera coincidência mas que, independente disso, são legais por seus próprios méritos.

#1- Golden Axe Warrior (Master System)

Clonou quem?  "The Legend of Zelda" (NES)




Um spin- off da popular série de beat'em ups mediefantásticos onde a Sega tentou pegar carona no sucesso do jogo da Nintendo mas sem deixar de lado a prata da casa, usando a fama de um sucesso próprio na mistura. O jogo tem uma história bem clássica, de um jovem guerreiro querendo vingança contra um lorde maligno que matou seus pais, mas tem tudo para agradar os fãs do gênero action RPG, além de participações especiais dos personagens originais de "Golden Axe" (e do próprio machado Golden Axe!) como um atrativo a mais.

#2-  Willow (NES)

Clonou quem?  "The Legend of Zelda" (NES)



Lançado em 1989 pela Capcom, "Willow" serviu para mostrar duas coisas: que não eram apenas outras plataformas que tentavam surfar na onda de "The Legend of Zelda" e que grandes estúdios também clonam. Inspirado no filme de mesmo nome, o jogo é um action RPG que segue vagamente o enredo de seu equivalente cinematográfico e trouxe alguns elementos ausentes em "The Legend of Zelda", como subir de nível ao se acumular pontos de experiência.

#3- Golvellius (Master System)

Clonou quem? "The Legend of Zelda" (NES) e "Zelda II: The Adventure of Link"


"Golvellius" é uma verdadeira hidden gem! Um jogaço que nunca recebeu todo o reconhecimento e valor que merecia, "Golvellius" deu aos Master System seu próprio garoto cabeludo empunhando espada e escudo para salvar uma princesa, em fases que alternam a visão de-cima-para-baixo/ top- down de "The Legend of Zelda" com o estilo plataforma de "Zelda II: The Adventure of Link". Assim como nos jogos de "Zelda", os cenários podem ser revisitados, conforme novos itens são conseguidos pelo jogador, possibilitando novas áreas serem alcançadas. 

#4- Crusader of Centy (Mega Drive)

Clonou quem: "The Legend of Zelda: A Link to the Past" (SNES)



Também conhecido como "Ragnacenty" ou "Soleil", "Crusader of Centy" foi feito para ocupar a lacuna de um  "The Legend of Zelda: A Link to the Past" no Mega Drive, com direito até a golpe de espada rodopiante 360o! Está com saudades de cortar mato? Não se preocupe mais com isso! E como é perigoso ir sozinho, alguns mascotes vão ajudá-lo durante a aventura, cada um com uma habilidade ou poder diferente. Não deixe de admirar a sombra das nuvens passando enquanto você passeia por aí- um detalhe muito legal no jogo!

#5- Brave Fencer Musashi (Playstation)

Clonou quem? "The Legend of Zelda: Ocarina of Time"


Lançado pela SquareSoft em 1998, "Breve Fencer Musashi" foi a tentativa da Sony de fazer frente ao sucesso de "The Legend of Zelda: Ocarina of Time". O jogo foi um action rpg em 3D e arte estilo chibisuperdeformed com muita coisa em comum com o jogo da Nintendo, mas acrescentando uma alta dose de humor- algumas das tiradas são simplesmente ótimas! 

#6- Alundra (Playstation)

Clonou quem? "The Legend of Zelda: A Link to the Past"


Os jogos da franquia "Zelda" lançados para o Nintendo 64 trouxeram uma grande mudança tanto  na estética quanto na jogabilidade com a mudança para gráficos 3D. "Alundra" dá uma ideia do que teria sido um "Zelda" lançado em 2D naquela época, além de sua história ter um teor mais maduro que o usual para os jogos do Link e muitos puzzles a serem solucionados.

#7- God of Thunder (PC)

Clonou quem? "The Legend of Zelda" (NES)


Um jogo freeware do início dos anos 90 que misturou o estilo de jogo do primeiro "Zelda" do NES com mitologia nórdica e piadas cheias de referência a cultura nerd-pop. Explore dungeons, resolva puzzles, coma maçãs e derrote Loki. Apenas lembre-se! O martelo encantado Mjolnir deve ser bem utilizado. Cuidado em quem você o arremessa.

#8- Crystalis (NES)

Clonou quem? "The Legend of Zelda" (NES)




Um action RPG que une (e muito bem) fantasia medieval com ficção científica pós- apocalíptica, onde um herói de tempos passados deve derrotar um cruel império em um mundo que surgiu das cinzas do seu, contando com a ajuda de um punhado de velhos sábios e de uma mulher misteriosa. No geral me pareceu algo como uma mistura de jogo de Zelda com anime de Hayao Miyazaki, o que é bastante positivo!

#9- Neutopia (TurboGrafx-16)

Clonou quem? "The Legend of Zelda" (NES)




Para o retrogamer brasileiro, o TurboGrafx-16 é uma mina de ouro quase inexplorada- vide "Neutopia", um action RPG com vista top-down, muita exploração em masmorras e prosseguimento não-linear. E bombas abrem buracos nas rachaduras das paredes também!

O jogo tem uma continuação, "Neutopia II", também para o TurboGrafx-16, que se assemelha bastante tanto ao "The Legend of Zelda" do NES quanto ao "The Legend of Zelda: A Link to the Past" do SNES, mas foi lançado um pouco antes do jogo do SNES no mesmo ano de 1991.

#10- Faxanadu (NES)

Clonou quem?  "Zelda II: The Adventure of Link" (NES)



"Zelda II: The Adventure of Link" sempre dividiu opiniões entre os fãs da franquia. Se você está do lado dos que gostam do jogo, experimente jogar "Faxanadu" do NES, lançado no mesmo ano de 1987. O jogo, assim como o segundo "Zelda", mistura elementos de RPG e plataforma em um cenário de fantasia, mas dessa vez a história se centra na jornada de um aventureiro andarilho para salvar seu lar e não uma princesa.

* Menção Honrosa: The Legend of Owlia (PC)

Clonou quem? "The Legend of Zelda" (NES)




Mesmo mais de 30 anos depois de seu lançamento, o primeiro "Zelda" continua inspirando desenvolvedores  e criadores de jogos, sendo um exemplo recente disso o indie "The Legend of Owlia", um action RPG estilo 8 bits com fantasia, puzzles e... corujas.

E ficamos por aqui com a lista de hoje. Para quem gosta de explodir coisas com bombas, perambular por labirintos e procurar por cristais e tranqueiras diversas, tem aventura suficiente por um bom tempo.

30 de jun. de 2018

10 jogos oldschool baseados nos vikings e na mitologia nórdica

Muita gente gosta dos vikings e das lendas de sua mitologia, embora poucos saibam que eles não usavam chifres nos capacetes. Com ou sem chifres, os vikings e suas sagas, deuses brigões ou traiçoeiros, gigantes do gelo, lobos gigantes, anões ferreiros criadores de armas mágicas, além do sempre ameaçador ragnarök, não podiam faltar no mundo dos videogames.
Desde plataformas das antigas até lançamentos recentes, seja de desenvolvedores indies-quase-desconhecidos ou dos grandes estúdios, os vikings estão sempre em voga, em aventuras que variam de cartunescas e engraçadas até bem sombrias e sangrentas, mas sempre épicas e com muita ação. Nós do OSD separamos 10 jogos, tanto antigos quanto retrô, que buscaram inspiração na velha Escandinávia e ajudar você a realizar seu sonho secreto de ser um rufião barbudo bebedor de hidromel que navega em um barco de madeira com uma cabeça de dragão esculpido na proa.

1- The Lost Vikings (SNES, Mega Drive, PC, Game Boy Advance)


Um dos jogos plataforma mais criativos dos anos 90, misturando ação com puzzles em um enredo muito doido: Três vikings são sequestrados por um disco voador para serem exibidos como atrações em um zoológico espacial. Para tentar levar o trio de volta para seu acolhedor lar gelado, o jogador deve revezar entre os três personagens e usar as habilidades especiais de cada um dos três vikings , Olaf, Erik e Baleog, para superar os diferentes desafios ou inimigos de cada fase.
O jogo rendeu uma continuação, "The Lost Vikings 2" (também chamado "Lost Vikings 2: Norse by Norsewest", ou ainda "Norse by Norsewest: The Return of the Lost Vikings"), lançado para SNES, PC, Playstation e Sega Saturn, e ainda por cima um dos vikings, Olaf the Stout, aparece como personagem secreto no jogo de corrida "Rock N' Roll Racing".

2-  Seven Kingdoms- Ancient Adversaries (PC)


Um jogo de estratégia que pega sete culturas de diferentes épocas e regiões, entre elas os vikings, e os joga em um tempo perdido de deuses e monstros para que se matem mutuamente em busca do domínio do mundo- talvez com um pouco de comércio e diplomacia aqui e ali para variar um pouco. Cada um dos sete povos tem suas próprias especificidades, unidades específicas e seu deus padroeiro particular, tendo portanto pontos fortes e fracos. Se você sempre quis ver uma briga entre um viking e um guerreiro zulu ou samurai japonês, essa é a sua chance.

3- Age of Mythology (PC)


Eu sei que já citei "Age of Mythology" no post sobre jogos inspirados na mitologia grega e que a proeminência do jogo é dos gregos, mas a terceira parte do jogo se passa na terra dos vikings, os nórdicos tomam parte integral na luta e Loki, como sempre, tem um par de dedos na trama toda. E tem krakens e gigantes do gelo também. E o Mjölnir!

4-Rune (PC)



Um jogo de ação em terceira pessoa com um clima sombrio e pesado, onde o jovem guerreiro Ragnar tenta frustrar os planos do deus Loki de destruir as sagradas runestones e assim iniciar o ragnarok (o crepúsculo dos deuses e fim do mundo para os vikings, não necessariamente nessa ordem). O jogo tem boa variedade de armas, divididas em machados, espadas e martelos/ maças, poderes concedidos pelos deuses e lutas encarniçadas contra inimigos que vão desde peixes devoradores de homens até anões ou outros vikings, tudo em cenários escuros e lúgubres, incluindo um não muito agradável passeio por Helheim, o reino dos mortos viking, governado por Hel (ou Hela), filha de Loki com uma gigante, Angurboda. Você não coloca seu nome nas sagas passeando no parque, ora...

5- Volgarr the Viking (PC)



Odin traz de volta o guerreiro Volgarr porque, aparentemente, ninguém mais tem capacidade para derrotar Fafnir, o anão malévolo. Divirta-se trucidando homens- lagarto, zumbis, esqueletos & cia e prepare seu estoque de palavrões para as dezenas de mortes que te aguardam em um jogo bastante difícil que parece ter sido programado por Loki em pessoa.

6- Cultures: Northland (PC)



Loki (sempre ele...) tanto aprontou que os outros deuses o puseram para fora de Asgard. Incorfomado por ter sido chutado porta afora, Loki agora planeja entrar sorrateiramente em Asgard e vingar-se de Odin. Quatro heróis, Bjarni, Cyra, o sarraceno Hatschi e Sigurd, o Franco, cada um com suas próprias contas a acertar com Loki tentam frustrar os planos do trapaceiro enquanto dão uma forcinha para que povoados cresçam até virarem uma cidade grande digna de aparecer nos mapas nesse jogo de estratégia + construção e gerenciamento de cidades com simpáticos gráficos cartunescos.

7- God of Thunder (PC)


Misture o Edda com "The Legend of Zelda" e o que você tem? "God of Thunder", um jogo originalmente shareware onde você guia Thor, o deus do trovão, em sua jornada para recuperar Midgard para Odin, seu pai, que, enquanto dormia, teve o território roubado por Loki (isso já está ficando chato). O jogo mistura solução de puzzles, arremessos de martelo, humor pastelão, referências a cultura pop- nerd e pitadas de RPG em um joguinho simpático e despretensioso.

8- King's Bounty: Warriors of the North (PC)


Um jogo da franquia cult "King's Bouty" (que mistura RPG com adventure, combates estilo tactics e humor infame) passado nas Terras Vikings do continente de Endoria, onde Olaf, filho do "konung of the northlings" (seja lá o que isso for), dedica sua vida a combater a infestação de mortos- vivos que se alastrou pelas terras do norte. Sua luta contra a necromancia acabá por levar Olaf até o próprio  reino de Darion, o coração de Endoria. Vikings realmente gostam de viajar, pelo jeito...

9- Prophecy I: The Viking Child (PC, Game Boy)


Um jogo plataforma onde Brian, um menino viking, foi enviado por seu mestre para coletar ervas (demostrando que para os vikings enviar um moleque sozinho no meio de uma floresta infestado de lobos e ursos para catar um punhado de mato não tem nada demais) e, ao voltar, encontra sua vila destruída. Seus pais e todos os demais habitantes estão desaparecidos e apenas após Odin aparecer é que Brian entende o que aconteceu: Loki (cara... sério... você não tem mais o que fazer?) arruinou a vila com um vento infernal e aprisionou todos os moradores dentro das muralhas do Valhala. Agora Brian deve derrotar Loki para resgatar seus amigos, mas não sem antes derrotar oito aprendizes do trapaceiro (e agora ainda vem em bando... desgraça nunca vem sozinha mesmo).

10- Thorgal: Curse of Atlantis (PC)



Também conhecido como "Thorgal: The Curse of Odin", o jogo é um adventure baseado nos quadrinhos belgas "Thorgal", os quais misturam mitologia nórdica e ficção científica: Thorgal é um guerreiro criado pelos vikings, mas originalmente o filho de um capitão de uma nave espacial a qual viajava até à Terra em busca de fontes de energia e único sobrevivente do acidente que a destruiu, sendo que tais viajantes do espaço possuem ligação com a Atlântida. Um pouco confuso, eu sei, mas a série de HQ é boa.
No jogo de computador, que tem muito elementos tirados dos quadrinhos, Thorgal descobre um artefato mágico que o permite ver o futuro, e acaba vislumbrando um onde seu filho morre. Thorgal agora tenta a todo custo alterar o próprio futuro e salvar seu filho.

Se toda saga tem um fim, com essa lista não poderia ser diferente. Até a próxima, bom jogo e não esqueça de sempre perder suas vidas lutando para poder ir para o Valhala.

Menção honrosa: StormLord (Mega Drive)



Um jogo de plataforma pouco lembrado, onde o Stormlord deve salvar um punhado de fadas semi-nuas aprisionadas por uma maligna rainha das sombras e evitar que sua terra mágica seja conquistada pela sombria soberana. Embora não seja dito com todas as letras que o Stormord do título seja o deus do trovão viking, o jogo visualmente tem muitos elementos que lembram a cultura nórdica, com caldeirões espalhados pelo cenário e um herói que parece a mistura de Odin com Thor.

9 de jun. de 2018

Novo jogo para Mega Drive- "Tanzer"



Um conhecido me passou a dica de um novo jogo de Mega Drive em desenvolvimento. Não, não é "Tanglewood"... é um outro, dessa vez um jogo de ação estilo "correr-e-bater" ( tipo "Strider") com temática alienígena + velho oeste (não, não é uma adaptação do filme ou da HQ "Cowboys & Aliens"), "Tanzer".
Vi alguns vídeos e a página da campanha no kickstarter e o que posso dizer inicialmente é... não achei nada empolgante... 
Os gráficos me parecem mais próximos do Master System do que do Mega Drive, diferente do já citado "Tanglewood" que realmente parece um jogo de 16 bits.... o protagonista em especial me pareceu uma mistura de "Shadow of the Beast" com o Gorpo do "He-Man". As artes da caixa também me pareceram muito amadorescas... o tipo de coisa que você veria desenhado no caderno de um colega de classe metido a desenhista. Já a música não achei de todo má, pelo contrário, achei-a até razoável.
Tenho poucas informações sobre a história... pelo pouco que dá a entender o protagonista é um alienígena que chega a Terra em meados do século XIX, mas especificamente no far west norte- americano e deve ajudar a Terra a se livrar de alguma ameaça. Os inimigos que ví nos vídeos são muito bizarros- mesmo para os padrões de 8-16 bits... Cavalos mecânicos voadores que parecem saídos de um carrossel e um carroção possuído por alguma coisa com um rosto gigante, para ficar só em um par de exemplos.
Não ficou claro para mim se o jogo vai ser lançado de forma mais ampla, inclusive em formato digital para lojas como a Steam, como foi o caso de "Pier Solar". Pelo que entendi... não... será uma edição limitada e vendida exclusivamente em cartucho. Acho isso um grande tiro no pé, já que alija uma grande fatia de jogadores retrogamers que não possuem mais seus Mega Drives.
Eu compraria o jogo? Francamente... em cartucho, não, eu não compraria... não vou sequer colaborar na campanha do kickstater... se fosse lançada uma versão digital com preço acessível, sem ilusões de grandeza, eu pensaria no caso e é bem provável que comprasse- e é mais provável ainda que eu comprasse em alguma promoção com um desconto de no mínimo 50%.
Vamos torcer que os desenvolvedores mudem também lancem uma versão digital para PC, além de que a versão final do jogo seja melhor do que a mostrada no vídeo e nas fotos da página do kickstarter... eles já conseguiram bem mais dinheiro do que o inicialmente pedido, então recursos para isso parece existir.

Segue abaixo o link para a página do kickstarter, para quem quiser conferir e talvez colaborar:

https://www.kickstarter.com/projects/835242565/tanzer-a-new-sega-mega-drive-genesis-exclusive-gam/description


1 de mai. de 2018

"Moonrider", o projeto solo de Danilo Dias da JoyMasher

Algum tempo atrás comentamos aqui no OSD sobre o novo jogo em desenvolvimento da JoyMasher, o "Blazing Chrome", mas em seu (provavelmente pouco) tempo vago, Danilo Dias vem desenvolvendo um projeto solo que tem tudo para render um jogão: "Moonrider".
Inspirado em muita coisa boa, como os jogos de Shinobi (Master System e Mega Drive), Stryder (Mega Drive e NES) e Hagane (SNES); animes dos anos 80 e 90 estilo "U.S Mangá" como "Genocyber" e filmes de David Cronenberg, "Moonrider" é um jogo de ação e aventura em estilo plataforma todo ambientado em um cenário cyberpunk distópico onde você controla um ninja mutante cibernético (caramba... isso é muito anos 90...) em sua busca por vingança contra a corporação que o criou e que também controla o mundo (não necessariamente nessa ordem).
Pelo que o Danilo mostrou do jogo até agora, está ficando muito legal, com cenários de tom bem sombrio, onde cores como o preto, o cinza e o verde são predominantes. A música e efeitos sonoros, único campo que Danilo não está cuidando pessoalmente, está nas mãos de Dominic Ninmark, e que está fazendo um bom trabalho!
O jogo não tem previsão para ficar pronto, já que o próprio desenvolvedor avisou que só trabalha no jogo quando o "Blazing Chrome" permite... pelo pouco que deu para ver até agora, acho que a espera vai valer a pena. Para quem quiser conferir esse projeto paralelo do Danilo Dias, segue abaixo um gameplay e soundtest de "Moonrider", originalmente postado na própria página da JoyMasher:



21 de abr. de 2018

"Tanglewood"- Novo jogo para Mega Drive chega em junho!



Em 2010 a Watermelon chamou atenção lançando um novo jogo para Mega Drive, o RPG "Pier Solar". Até o momento foi o único jogo dessa desenvolvedora, mas não foi o único jogo a ser lançado para o velho 16- bits da Sega...
Em julho desse ano mais um jogo para o Mega verá a luz do dia. Planejado para ser lançado tanto em versão cartucho quanto digital (tomara que saia na Steam!), "Tanglewood" promete ser ao mesmo tempo uma homenagem quanto um jogo com personalidade própria, onde um ser que parece uma raposa, Nynn, deve sobreviver aos perigos e predadores do mundo selvagem de Tanglewood após se perder de seu bando. O mundo é realmente uma selva, pelo jeito...
Pelo pouco que vi do jogo, o visual me lembrou jogos como "The Jungle Book" e "The Lion King", enquanto o jogo em si me lembrou "Pocahontas" e "The Lion King".
O interessante é que o desenvolvedor, o britânico Matt Phillips está usando apenas ferramentas que estariam disponíveis para se criar e programar um jogo de Mega Drive nos anos 90. Mais old-school que isso, impossível! Torço que mais desenvolvedores de jogos retrô sigam o exemplo dele!
Minhas primeiras impressões foram bastante positivas. Existem alguns vídeos no You Tube para quem quiser conferir e deixo abaixo o link oficial de "Tanglewood". Como disse acima, estou na torcida que o jogo seja disponibilizado na loja virtual Steam. Compra certa!


18 de jan. de 2018

Meus dez retro-jogos favoritos

Primeiro de tudo... o que eu chamo de retro-jogo? São jogos feitos nos dias de hoje mas seguindo a estética e os padrões de jogos do passado, das gerações de 8 e 16 bits, por exemplo.
A lista abaixo são dez desses jogos que considero meus favoritos- E não estou dizendo que são os melhores, são os que gostei mais. Apenas isso.

Uma última coisa... Não incluí retro-jogos que ainda não tive a oportunidade de jogar, como é o caso de "Shovel Knight".

#10- Pier Solar



"Pier Solar" é um pioneiro, tendo surgido antes de que jogos retrô se firmassem no mercado como um estilo permanente. Foi lançado originalmente como cartuchos para o Mega Drive e só alguns anos depois distribuído digitalmente. Infelizmente sua produtora, a Watermelon, parou por aí e nunca mais lançou nada.
RPGs são um dos meus estilo de jogo favoritos, empatado com jogos de plataforma e infelizmente quase todo retro-jogo de RPG lançado hoje em dia é feito no RPG Maker. Pier Solar é original em tudo, desde o engine até trilha sonora. Premissa interessante, protagonistas muito cativantes e um mundo grande a ser explorado, com direito a side quests. O único senão de "Pier Solar" é que o roteiro tem alguns furos e inconsistências, que dificultam um tanto o compreendimento da história, por isso acabou na décima posição

#9- Handsome Mr. Frog



Sabe aquele jogo que você não dá nada por ele de início e depois acaba se viciando? Foi o caso de "Handsome Mr. Frog" comigo. É um jogo de ação bem casual, com uma premissa bastante satírica (o indie mr. Frog teve seus chapéus roubados por um bando de "normalzinhos" e agora deve recuperá-los) e bastante divertido. Lembra um pouco clássicos como "Bubble Bobble" mas tem personalidade própria. seu maior defeito é ser daqueles jogos em looping, sem um final verdadeiro.

#8- Supercharged Robot VULKAISER



Jogos de "navezinha" são um dos mais clássicos estilos oldschool. "Supercharged Robot VULKAISER" tem todos os elementos dos bons shooters do passado e ainda acrescentou alguns elementos próprios, como a roupagem que homanageia os seriados japoneses dos anos 70 (me lembra em especial o clássico "Pirata espacial' do grande Go Nagai). As dificuldades são bem calibradas, sendo o "easy" bem acessível, o "normal" é desafiante e o "hard" simplesmente enlouquecedor. A última fase me lembra um shooter pouco conhecido de NES mas que eu gosto bastante, "Abadox". Eu canso os dedos jogando "Vulkaiser" mas até agora não enjoei.

#7- Volgarr the Viking



Fantasia medieval é uma das ambientações que mais gosto, daí sempre ter gostado de jogos como "Rastan" do master system. E se você gosta de "Rastan" então "Volgarr the Viking" é uma aposta certa. O jogo tem tudo que deveria ter... espadas, lanças, escudos, elmos, tesouros e centenas de homens- lagarto para serem trucidados. Seu grande senão é a dificuldade absurda, daquelas que faz ter vontade de jogar o controle contra a tela.
Ah, falando no Rastan... ele faz uma participação especial no jogo, ou melhor, seu esqueleto faz..

Rastan, é você?

#6- Alwa's Awakening



Um jogo que vem na trilha dos antigos jogos de aventura estilo plataforma. A premissa é bem clássica, uma jovem de nosso mundo é transportada para um outro mundo mágico dominado por forças malignas e um tirano sinistro (não necessariamente nessa ordem) e agora cabe a ela resolver a situação. O jogo tem muita coisa que eu gosto, como muita exploração e itens que conferem novas habilidades, mas em alguns momentos fica meio confuso o caminho a seguir e aí acaba-se dando voltas e voltas, mais ou menos o que rolava em "Valis: The Fantasm Soldier" do NES,  o que é realmente bem irritante. "Alwa's Awakening" acabou na sexta posição por isso.

#5-Maldita Castilla



Um jogo gratuito do grande Locomalito, desenvolvedor espanhol indie especializado em jogos retro e que os disponibiliza gratuitamente em seu site ( https://www.locomalito.com/  ). "Maldita Castilla" é um caprichado jogo plataforma ao estilo de "Ghouls'n Ghosts" e "Ghouls'n Goblins", ambientado na velha Castela medieval e com criaturas saídas da mitologia européia (espanhola, em especial).
O jogo ganhou uma versão expandida, disponível na loja Steam. Vale a pena conferir.



#4- Shadows of Adam


Até o momento o melhor RPG "estilo JRPG antigo" que já joguei. O jogo tem uma história mais complexa do que parece inicialmente, cenários variados, muito combate onde as diferentes habilidades dos protagonistas fazem a diferença além de Zak & Nik, dois dos antagonistas mais simpáticos que já vi, tanto em jogos antigos quanto retro. Apenas evite se você não goste de RPGs... é um jogo de nicho mesmo.

#3- Oniken



"Oniken" é obra da JowMasher, uma das melhores empresas a produzirem retro-jogos atualmente, e esse jogo junta duas coisas que gosto bastante: ação estilo plataforma e ficção científica estilo "U.S Mangá". A Terra sendo invadida por alienígenas detentores de alta tecnologia e a última esperança é um espadachim calado e mal encarado-Afinal se não for na base da espadada, como salvar o mundo? "Oniken' é um jogo desafiante e conta com uma arte pixelada de primeira.
Ah... E os anos 80/90 foram o momento quando os melhores animes de ficção científica foram criados, em especial em se tratando de OVAs. Nunca ninguém vai me convencer do contrário.

#2- Stardew Valley



Gosto bastante de jogos de simulação, e um de meus favoritos era o "Harvest Moon" do SNES. O que dizer então de um jogo que conseguiu pegar perfeitamente o espírito da franquia "Harvest Moon" e ainda acrescentou muita coisa boa por conta própria, como "Harvest Moon" fez? O jogo é um dos que mais gastei horas na Steam  (mais de 170 horas até o momento) e continuo jogando para conseguir ver todas as linhas de história de todos os personagens. E a trilha sonora é de primeira! Plantar batatas nunca foi tão legal.

#1- Odallus: The Dark Call



Fantasia medieval e terror são uma mistura que costuma dar bons resultados- a franquia "Castlevania" está aí como prova. E para um grande fã de "Castlevania" como eu, "Odallus" é um prato cheio. Sua pixel arte é tão boa que conseguiu superar "Oniken", do mesmo desenvolvedor. O jogo tem detalhes muito legais, como você poder revisitar fases já ultrapassadas e alcançar novas áreas através do uso de novos itens e equipamentos, o que incentiva a exploração. textos encontrados durante o jogo também aprofundam a história, dando mais detalhes do cenário onde a ação se desenrola. O desafio é grande, em especial aquele maldito chefe da parte em que se consegue as asas, mas é daqueles jogos que é difícil de se desgrudar.

Menções Honrosas

* Gunmetal Arcadia Zero


Um jogo de aventura estilo plataforma bem legal. É relativamente curto e não tem nada de realmente extraordinário mas me diverti bastante com ele.

*Slain: Back from Hell


Um dos jogos mais heavy metal que já vi, em um clima bem dark, com muito gore. Um jogo de fantasia medieval de aventura estilo plataforma com um "quê" de ilustração de Boris Vallejo ou Frank Frazetta; de quadrinhos do Alcatena e álbuns de speed ou gothic metal.
O maior senão de "Slain" é que alguns inimigos de fase, como os esqueletos gigantes, são muito chatos de derrotar e isso quebra o ritmo do jogo.


E é essa a minha lista.  Acho que vale a pena lembrar mais uma vez que essa é um lista baseada em gosto pessoal! Se algum jogo que você adora não entrou nela, não precisa se exaltar. Quem quiser deixar a sua própria lista de favoritos nos comentários, sinta-se a vontade. 
T.





16 de jan. de 2018

OSD não recomenda- Ninjahtic Mind Tricks


"Ninjahtic Mind Tricks" é um jogo da Blaze Epic que, para começo de conversa, já parece igual a qualquer outro jogo da Blaze Epic que você tenha jogado, como por exemplo "An Imp? A Fiend!", apenas com mudanças cosméticas. 
O jogo, teoricamente, é um jogo de ação ninja, misturando lutas com habilidades de salto em cenários difíceis, mas é fraco no primeiro quesito e consegue ser no máximo mediano no segundo. As lutas são sem- graça e, se a parte de habilidade consegue ser até interessante em alguns pontos, em outras é apenas frustante e maçante, dependendo mais de paciência do que de habilidade propriamente dita para ser ultrapassada. Outro ponto é que os movimentos do herói e seus saltos parecem muito artificiais, como um filme de kung fu dos anos 70 mal coreografado.
Os gráficos, mesmo não sendo tão ruins de fato, parecem uma versão amadora ou mal acabada do estilo de "Mega Man". Os cenários são repetitivos e na maior parte do tempo tem-se a impressão de se estar vagando pela mesma tela permanentemente. 
A história, se é que podemos chamar assim, é confusa, truncada... no fim das contas você fica sem saber direito porque o herói luta. Nada é explicado sobre a ambientação... por que a cidade está tão dilapidada? O que causou isso? E aqueles NPCs no fundo de algumas telas? Não se pode falar com eles e eles parecem estar completamente alheios do péssimo estado da cidade onde vivem!

Os figurantes fantasma de uma cidade semi-destruída
Música e efeitos sonoros são insípidos. Não lembro de nada que se destaque nesse campo em se tratando de "Ninjahtic Mind Tricks".
O jogo não é tão difícil. Frustante, maçante e tudo mais que já disse acima, mas não realmente difícil. Joguei-o por apenas 7 horas e cheguei ao final. Aliás... "Ninjahtic Mind Tricks" tem um dos piores finais que já vi em um jogo de videogame! Pior até do que a tela preta escrito "congratulations" em letras brancas de alguns jogos de NES das primeiras fornadas. Não faz sentido nenhum, pelo contrário... é confuso e bastante criptográfico.

Como classificar "Ninjahtick Mind Tricks"? Um jogo abaixo da média, sem enredo claro e final menos ainda. Não foi a pior coisa que já joguei, admito, mas ainda assim... não recomendo.