3 de mai. de 2018

Arrow Flash

 

Shooter ou SHMUP ( mais lembrados por aqui como "jogos de nave" ou "jogos de navezinha) é um dos gêneros mais tradicionais dos anos 80 e 90, e o bom e velho Mega Drive tinha em abundância jogos assim em sua biblioteca. Lançado ainda em 1990, e carregado daquele ar dos animes de ficção científica da época, "Arrow Flash" foi um dos primeiros títulos desse estilo para o console.

História e Roteiro 



Não era incomum os roteiros e histórias de jogos japoneses serem modificados, em maior ou menor grau, para (supostamente) se ajustarem melhor ao gosto ou visão de mundo ocidental (leia-se estadunidense). "Arrow Flash" foi um desses casos.
Na versão norte-americana (que também foi a que veio para cá, trazida pela Tec Toy) uma frota de vikings espaciais  (sim... vikings espaciais.. é isso mesmo...), liderados pelo terrível Great Hilagi ( Grande Hilagi, em tradução livre) aproxima-se da Terra no século XXX, após atacar e destruir diversos outros planetas pela galáxia. Um grupo avançado dos vikings espaciais de Hilagi consegue se infiltrar na Terra e atacam o laboratório do genial cientista Zerrek Keene (afinal, se ele não fosse um cientista genial não teria porque atacá-lo, não é?). Bastante ferido, Zerrek consegue contactar sua neta, Zana Keene. Zana vem ao encontro do avô e o encontra moribundo. Antes de morrer, Zerrek entrega um cartão-chave para sua neta e pede para que ela o use e salve a Terra dos Viking Terrorists (Terroristas Vikings, em tradução livre... sim, esse nome se encontra no manual).  Zana, uma piloto  de testes treinada pela Academia Militar do Governo Unido, sabe ao que o cartão que seu avô lhe confiara dá acesso: o único protótipo de uma poderosa arma de guerra, o "Camaleão", um caça espacial capaz de assumir a forma de um robô/ mecha e armado com um poderoso armamento batizado de Arrow Flash, além de também possuir a capacidade de navegar pelo "nether espace" (algo como o "subespaço", em tradução livre"). Já a bordo do "Camaleão", Zana parte para atacar os Viking Terrorists e seu líder Great Hilagi, salvando assim a Terra e conseguindo vingança pela morte de seu avô (não necessariamente nessa ordem).
A versão japonesa da história é bem menos melodramática. Zana é uma piloto de caça e, a bordo da mais poderosa arma produzida pela Terra, é enviada para salvar a Terra do ataque de um dragão espacial de outra galáxia (afinal, só um dragão espacial para conseguir ser mais sinistro do que vikings espaciais, certo?) e seu exército, utilizando tanto a capacidade de navegar pelo subespaço de sua nave  quanto a habilidade de alterar a forma e o poder do Arrow Flash para destruir a ameaça extraterrena.
Levando em consideração a abertura do jogo, a versão japonesa se encaixa muito melhor, pois o que inimigo que é mostrado se parece bem mais com um dragão espacial do que com qualquer viking, espacial ou não. Fora isso, na abertura a nave de Zana é mostrada decolando de uma estação espacial, igual a que é destruída e cai no oceano na primeira fase do jogo ( na minha opinião, a mesma estação), o que combina mais com a versão japonesa do que com a norte- americana, de onde ela parte com o "Camaleão" do laboratório do avô.

Gráficos


Os gráficos são o que se espera de um videogame de 16 bits naquela época, nada além disso. A abertura é o grande destaque, mostrando Zana no momento em que embarca em sua nave com um belíssimo traço que lembra os mangás e animes dos anos 80. Os gráficos do jogo em si são bons, mas não são excepcionais, com um ou outro detalhe que chama mais atenção. Tanto a nave do jogador quanto os inimigos são bem razoáveis, e alguns dos chefes de fase tem um visual bem legal. As fases tem visuais bem legais, mesmo a primeira que, a primeira vista parece ser bem simples, apenas um céu coberto de nuvens mas com as belas cores de um pôr-do-sol no horizonte, em um degradê que vai de vários tons de azul até o preto. Cada fase tem algo que puxa a atenção dos olhos, como a estação caída no mar após a metade da primeira fase, e as ilhas voadoras após metade da segunda fase.

Música e Efeitos Sonoros

A trilha sonora do jogo é boa, com algumas faixas realmente bem legais. Gosto em especial da música de abertura, que tem um clima épico de início de jornada, e a da 1o fase, com um tom mais agitado, mais movimentado, para embalar aventura. Também gosto bastante das músicas da 5o fase, que tem um tom de decisão, e tudo-ou-nada.
Os efeitos sonoros cumprem sua parte.Nada a realmente reclamar ou exaltar aqui. Talvez o destaque vá para a sirene de alerta que toca em alguns momentos do jogo, a qual também tem o mérito de parar de tocar antes de se tornar irritante.

Controles e Jogabilidade

O jogabilidade é boa. Os controles respondem bem e nunca me deixaram na mão em momento mais delicado. Não tenho reclamações a respeito da detecção de dano nem nada do gênero.
Preste atenção a um detalhe: ao trocar a forma de sua nave, existem pequenas diferenças na jogabilidade. A nave é mais rápida para se mover na horizontal, enquanto o robô/ mecha é mais rápido para se mover na vertical. A forma também altera como se comportam as pequenas naves de tiro auxiliares (que são encontradas no correr das fases), sendo estacionárias com o mecha e móveis com a nave. A arma especial da nave, o Arrow Flash que dá nome ao jogo (acionado aos e pressionar o botão C pelas definições originais do jogo) também se modifica dependendo da forma da nave, sendo um rajada de vários tiros na versão nave ou campo de energia que recobre o corpo da nave e torna-o ao mesmo tempo indestrutível e destruidor na versão mecha.
Acho ambas as formas do "Camaleão", e suas habilidades correspondentes, equilibradas, dependendo mais do estilo de jogo de cada jogador para ser mais efetivo com um ou outro.

Dificuldade

Contracapa da versão japonesa de "Arrow Flash"
Para ser franco, "Arrow Flash" é um jogo difícil, mas bem menos do que outros representantes do gênero que faz parte. Dos muitos SHMUPs que joguei, "Arrow Flash" é um dos que considero mais acessíveis para jogadores casuais ou muito jovens. Isso não significa que não seja um jogo desafiador, apenas que sua dificuldade é bem menos acentuada do que outros jogos de nave da época.
Algo que merece ser lembrado é que no Menu inicial você pode alterar algumas características de jogo para se enquadrar melhor ao seu modo de jogar, podendo habilitar tiro rápido (só manter o botão de tiro pressionado e vamos em frente) ou fazer com que o Arrow Flash seja carregado com o tempo, e não apanhando power-ups pela fase. Em minha opinião, essas modificações não são melhores ou piores que a "versão padrão", dependendo de como cada jogador se acerta ( ou não) com elas.

Comentário Final

Capa de "Arrow Flash" lançada no Brasil, quase igual a dos EUA
"Arrow Flash" não é um jogo excepcional nem profundamente marcante. É um SHMUP acima da média e um jogo razoável que rende algumas horas de diversão, além de ser bem menos frustrante que outros jogos de nave. Mesmo para aqueles que não são fãs desse gênero de jogo, vale a pena conhecer "Arrow Flash".

NOTA: 6,5

OBS 1: Na versão européia do jogo, a heroína não se chama Zana Keene e sim Anna Schwinn. Realmente bastante europeu, não?

1 de mai. de 2018

"Moonrider", o projeto solo de Danilo Dias da JoyMasher

Algum tempo atrás comentamos aqui no OSD sobre o novo jogo em desenvolvimento da JoyMasher, o "Blazing Chrome", mas em seu (provavelmente pouco) tempo vago, Danilo Dias vem desenvolvendo um projeto solo que tem tudo para render um jogão: "Moonrider".
Inspirado em muita coisa boa, como os jogos de Shinobi (Master System e Mega Drive), Stryder (Mega Drive e NES) e Hagane (SNES); animes dos anos 80 e 90 estilo "U.S Mangá" como "Genocyber" e filmes de David Cronenberg, "Moonrider" é um jogo de ação e aventura em estilo plataforma todo ambientado em um cenário cyberpunk distópico onde você controla um ninja mutante cibernético (caramba... isso é muito anos 90...) em sua busca por vingança contra a corporação que o criou e que também controla o mundo (não necessariamente nessa ordem).
Pelo que o Danilo mostrou do jogo até agora, está ficando muito legal, com cenários de tom bem sombrio, onde cores como o preto, o cinza e o verde são predominantes. A música e efeitos sonoros, único campo que Danilo não está cuidando pessoalmente, está nas mãos de Dominic Ninmark, e que está fazendo um bom trabalho!
O jogo não tem previsão para ficar pronto, já que o próprio desenvolvedor avisou que só trabalha no jogo quando o "Blazing Chrome" permite... pelo pouco que deu para ver até agora, acho que a espera vai valer a pena. Para quem quiser conferir esse projeto paralelo do Danilo Dias, segue abaixo um gameplay e soundtest de "Moonrider", originalmente postado na própria página da JoyMasher:



30 de abr. de 2018

Jogos no Steam para retrogamers #13

Sim, o feriado do Dia do Trabalhador é logo amanhã... demoramos um pouco (para variar...) mas vamos deixar umas dicas aqui no blog para você gastar um pouco pouco do próximo salário (ou mesada, em alguns casos) e ter alguma coisa para jogar ao chegar em casa após o expediente (ou faculdade... ou escola... enfim...).  Vamos lá!

SUGESTÃO #1

Se você está com saudades de jogar: The Fantastic Adventures of Dizzy (NES, Mater System, Mega Drive, PC);  Treasure Island Dizzy (NES, PC); The Legend of Zelda- A Link to the Past (SNES); Linus Space Head Cosmic Crusade (NES, Mega Drive)

Tente: Spud's Quest




Sinopse: Um bom jogo no estilo daqueles da franquia "Dizzy" da Codemasters, onde você controla o simpático Spud, um ser esferoíde azul, em sua tentativa de ajudar o Prince Charming  e seus pais a se livrar da maldição lançada por um feiticeiro maligno que os transformou em sapos. Para livrar o mundo desse vilão de uma vez por todas, Spud vai precisar explorar vários cenários pitorescos de um mundo fantasioso, recolher itens inusitados (e, por vezes, usa-los de forma ainda mais inusitada) e resolver uma série de puzzles, enquanto tira morcegos, cobras e yetis do caminho.  Jogo bastante divertido, história divertida, bons gráficos, boa música e também, em grande parte, mais fácil que seus antecessores clássicos (exceto em um ou outro trecho mais criptográfico). 

SUGESTÃO #2

Se você está com saudades de jogar: Quackshot (Mega Drive), Ducktales (NES), Ducktales 2 (NES)

Tente: Pharao Rebirth +




Sinopse: Doutor Jonathan Banfield, um (incompreensivelmente) renomado arqueólogo transformado em coelho devido à uma maldição por mexer no artefato antigo errado, encontra o oásis perdido de Amshear e consegue a proeza de ser amaldiçoado uma segunda vez além de liberar um mal ancestral no mundo, o espírito do faraó Sehur the First (Sehur Primeiro, em tradução livre). Cabe agora à versão logomórfica de Indiana Jones salvar-se da maldição e livrar o mundo da ameaça de Sehur the First (não necessariamente nessa ordem). Um jogo de aventura estilo plataforma com muita exploração e itens a serem encontrados em vários labirintos. Um jogo ideal para quem gosta de fuçar todos os cantos do mapa em busca de tesouros escondidos, passagens secretas e segredos!

SUGESTÃO #3

Se você está com saudades de jogar: Mighty Bomb Jack (NES); Boomerang Kid (NES); Linus Spacehead (NES); Linus Spacehead's' Cosmic Crusade (NES, Mega Drive)

Tente: VolChaos



Sinopse: Um jogo onde você controla um explorador vestido como um cowboy (sabe-se lá porque...) que, ao se encontrar completamente quebrado financeiramente, toma a única decisão sensata: ir para um perigosa região vulcânica habitada por uma série de criaturas perigosas comumente inundada por lava e procurar pedras preciosas. É um daqueles jogos onde você deve tentar chegar do "Ponto A" ao "Ponto B" enquanto apanha uma série de itens (no presente caso, pedras preciosas) pelo caminho. Para ser franco, não é meu tipo de jogo, mas "VolChaos" é bem feito, e conta com bons gráficos pixelados. É um jogo casual razoável, e deve agradar o pessoal que gosta de jogos como "Super Meat Boy".

Por hoje as dicas são essas. Bom jogo a todos os trabalhadores e futuro trabalhadores.

23 de abr. de 2018

OSD Burocrático- Spaceport Hope



A nova seção do OSD é parente próxima da seção "OSD Não Recomenda", mas enquanto a seção mais antiga aponta algum jogo como fraco ou de baixa qualidade, a nova seção vai tratar de jogos que não são ruins de fato, mas que tem algum (ou alguns) problema(s) e detalhe(s) que o impedem de serem recomendados. 
Mostraremos, obviamente, os problemas e aspectos negativos desses jogos, mas não vamos nos ater apenas a isso, também apontando seus aspectos positivos, deixando nas mãos do leitor do blog se vale a pena arriscar adquirir o jogo ou não- afinal de contas, é como dizia o Capitão Planeta naquele desenho animado horroroso... "o poder é de vocês".

Para inaugurar a seção... "Spaceport Hope", disponível na loja Steam!



 "Spaceport Hope" é um jogo de plataforma  "metroidvania" em um ambiente de ficção científica você é um courrier/ mensageiro que aceita uma missão do governo e acaba sendo tragado por uma sequência de eventos que envolve até um iminente ataque de uma civilização alienígena, os Cilarian, contra seu planeta.
O jogo possui muitos cenários (o protagonista visita dez planetas diferentes) e uma boa quantidade de inimigos e NPCs, desde piratas até hackers. Tem muita exploração em "Spaceport Hope", assim como muitos itens a serem encontrados e mais de dez armas disponíveis para o protagonista no correr do jogo.
A história vai sendo descoberta gradativamente, o que é interessante, mas o foco do jogo é mesmo a ação. No geral é um jogo de aventura estilo plataforma razoável, embora com gráficos sem nada de especial- são até um tanto sem graça, na verdade. No quesito música, entretanto, a situação é um pouco melhor. Nada de cair o queixo, mas a trilha sonora é legal.

O grande problema de "Spaceport Hope" é que simplesmente não detecta nenhum dos meus controles e, se jogar jogos plataforma pelo teclado já não é o ideal, em "Spaceport"complica muito as coisas em alguns trechos do jogo, tornando jogar o título algo bem frustrante.
Vamos lá... uma empresa indie minúscula realmente acredita que apenas controles originais de XBox 360 são bons o suficiente para ela? Os desenvolvedores não podem dar um jeito de outros controles mais baratos serem compatíveis com seu jogo? É um detalhe pequeno, mas matou minha experiência com o jogo...

Se você tem um controle original e gosta de jogos retrô desse estilo, pode ser uma aquisição legal. Se não tem, só compre se não se importar em jogar com o teclado e de perder muitas vezes seguidamente em alguns trechos do jogo por causa disso. 

21 de abr. de 2018

"Tanglewood"- Novo jogo para Mega Drive chega em junho!



Em 2010 a Watermelon chamou atenção lançando um novo jogo para Mega Drive, o RPG "Pier Solar". Até o momento foi o único jogo dessa desenvolvedora, mas não foi o único jogo a ser lançado para o velho 16- bits da Sega...
Em julho desse ano mais um jogo para o Mega verá a luz do dia. Planejado para ser lançado tanto em versão cartucho quanto digital (tomara que saia na Steam!), "Tanglewood" promete ser ao mesmo tempo uma homenagem quanto um jogo com personalidade própria, onde um ser que parece uma raposa, Nynn, deve sobreviver aos perigos e predadores do mundo selvagem de Tanglewood após se perder de seu bando. O mundo é realmente uma selva, pelo jeito...
Pelo pouco que vi do jogo, o visual me lembrou jogos como "The Jungle Book" e "The Lion King", enquanto o jogo em si me lembrou "Pocahontas" e "The Lion King".
O interessante é que o desenvolvedor, o britânico Matt Phillips está usando apenas ferramentas que estariam disponíveis para se criar e programar um jogo de Mega Drive nos anos 90. Mais old-school que isso, impossível! Torço que mais desenvolvedores de jogos retrô sigam o exemplo dele!
Minhas primeiras impressões foram bastante positivas. Existem alguns vídeos no You Tube para quem quiser conferir e deixo abaixo o link oficial de "Tanglewood". Como disse acima, estou na torcida que o jogo seja disponibilizado na loja virtual Steam. Compra certa!


31 de mar. de 2018

Jogador Número 1

Jogador número 1 é um livro de ficção/romance escrito por Ernest Cline, e que tem várias referências a filmes, jogos, seriados de antes dos anos 2000 e que virou filme em 2018.
A história se passa no ano de 2044, em um cenário caótico e de destruição, onde a raça humana pobre, vive na imundice, sem energia, sem combustível, vivendo em lugares ruins.

A única maneira de viver em paz nesse mundo de caos, é através de um simulador de realidade virtual, mas com requintes de MMORPG.



Esse simulador se chama OASIS e nele as pessoas estudam, trabalham, jogam e interagem umas com as outras, bastando ter um computador ligado à internet.

É nesse mundo que vive Wade Watts, o personagem principal dessa história. E nessa realidade virtual ele se torna um caça-ovo. Caça-ovos são aventureiros (avatares) no OASIS que estão em busca dos bens deixados em testamento pelo falecido criador do OASIS, James Halliday.

O jogador que descobrir os Easter Eggs programados no OASIS por Halliday, será o campeão e dono de toda a fortuna e dono do próprio OASIS.

Como toda história, tem os mocinhos, os bandidos e tudo mais que envolve jogos e realidades virtuais.

E como envolve jogos OldSchool, nos do OldSchoolDigger, listamos e falaremos de todos os jogos referentes a jogos Old School que foram referenciados nesse livro.

Para quem não conhece o livro, segue o link da Amazon para o mesmo:





Para cada jogo, faremos um post especial sobre o mesmo.

Então, vamos lá:


Space Invaders


Jogo original de arcade. Objetivo é usar sua nave para destruir hordas e mais hordas de naves alienígenas e conseguir a maior pontuação possível.




Adventure

Primeiro jogo de ação-aventura ou RPG criado. Primeiro jogo também a ter um easter-egg, uma sala secreta. Jogo desenvolvido para ATARI 2600




Galaga


Continuação de Galaxian. Jogador controla uma nave e tem que destruir os inimigos em forma de insetos e conseguir o maior placar possível.



Defender


Defender uma cidade de ataque alienígenas usando uma nava com laser.



Asteroids


 O objetivo do jogo é destruir asteroides sem se deixar ser atingido por seus fragmentos



Robotron 2084


Salvar os humanos dos Robos.



Donkey Kong


Primeiro jogo plataforma. Primeira aparição do Mario.



Burguer Time


Montar hambúrgueres, desviar de comidas atravessando plataformas.
Imagem da versão para NES.




Contra



Atire em tudo que se mexe.



Golden Axe


Precisamos salvar Yuria. Toda hora.



Heavy Barrel


Jogo estilo Rambo, andar e matar.




Smash TV


Mais um reality show na tv




Ikari Warriors


Rambo de novo, andar e matar.




Tron: Deadly Discs


Jogo baseado no filme Tron




Astrosmash


Use um canhão a laser para destruir qualquer ameaça a terra.




SwordQuest


Várias aventuras e vários prêmios!




Street Figher 2


Hadouken no Michel, Marechal, Mike, etc Bison




Jeopardy



É da tv, mas é do vídeo game também. Não necessariamente é citado como jogo no livro.




Akalabeth


Um dos percursores de jogos de RPG




Zaxxon


Shooter de um caça atirando nos inimigos.



Joust


Destruir waves e waves de inimigos.
No livro, tem que bater o adversário para Wade conseguir a chave de cobre.



Centipede


Manter a centopeia. Tipo o jogo da cobrinha nos antigos celulares da Nokia.




Pac-Man


É Pac-Man. Uma vida extra e uma dica para Wade.




Combat


Tanque contra tanque.




Pitfall


O Indiana Jones Atari




Kaboom


Pega a bomba do Mad Bomber!




Star Raiders


Detone os inimigos de dentro da cabine da nave.




The Empire Stricks Back


Jogo do filme Star Wars




StarMasters


Igual ao Star Raiders




Yars Revenge


Destrua a barreira, destrua o inimigo.




E.T.


O pior jogo da Historia do Video game. Precisa dizer mais?




Dig Dug


Igual ao OldSchoolDigger, cavar e cavar.




SpaceWar!



Um dos primeiros jogos eletrônicos da historia do computador.



Raaka-Tu


Aventura com textos




BedLam


Outro adventure com texto




Pyramid


Mais adventure com texto



Madness and the Minotaur


TRS-80 e seus jogos texto




Zork


Adventure textual do Atari




Colossal Cave


Mais adventure textual...




Crime Fighters


Beat-em-up. Pancadaria com até 4 jogadores.




Vigilante


Chefão do crime sequestra a namorada. Porrada na gangue pra salvar.
Ainda bem que não foi levada para um castelo...




Black Tiger


Um herói que tem que vencer alguma coisa
Jogo a vencer para que Wade consiga a Chave de Cristal.



Dungeon of Daggorath


Um dos primeiros jogos com características 3D



Battlezone






Tennis for Two


Primeiro jogo da historia de esporte.
  



Q*Bert


Puzzles!




Gorf


Shooter Espacial. Sim mais um!




Tempest


Shooter que tem que ser vencido pelo Wade para completar o Portão de Cristal.




The Stacks


Jogo baseado no próprio livro, e no livro, criado pelo personagem principal