21 de dez. de 2018

5 jogos oldschool para o Natal

HOHOHO! Feliz Natal...
- Mas ainda faltam uns 4 dias para o Natal...
Não se prenda a detalhes irrelevantes! O que importa é que nós do OldSchool Digger separamos cinco jogos antigos repletos de espírito natalino para você, gamer sem paciência para ouvir pela milésima vez a piada do "pavê ou pacumê" do seu tio chato e que não comprou uma roupa nova para desfilar pela sala de casa, poder se trancar no quarto sem deixar de curtir essa data tão festiva!

1- Daze Before Christmas (Mega Drive; SNES)



Um boneco de neve malévolo decidiu que esse ano ninguém vai ganhar presente nem comer arroz com passas e, para acabar com o Natal, sequestrou os duendes ajudantes do Papai Noel. Agora o bom velhinho deve usar seus poderes mágicos e bom coração para garantir que a noite feliz aconteça- ou nem tão bonzinho assim, caso beba uma xícara de chá com um pouco de cafeína a mais... Anti-Claus, o lado diabólico do Papai Noel, vai dar as caras e mostrar que não tem saco para presepadas- na verdade ele até tem, e ainda bate nos outros com ele!

"HOHOHO" é o cacete, bando de desgracentos!
2- Home Alone (Mega Drive)


Como todo filme bem-sucedido, a comédia estrelando o outrora-pirralho-simpático-agora-eterno-garoto-problema Macaulay Culkin não podia deixar de gerar um monte de jogos de qualidade questionável para faturar uns niqueis a mais em cima do grande sucesso do cinema. A versão do Mega Drive costuma ser apontada como a melhorzinha de todas (o que provavelmente não é lá grande mérito levando em consideração os outros títulos), onde Kevin deve proteger não só sua casa mas também as de seus vizinhos dos pilantras Harry e Marv- tendo a sua disposição até um menu para fazer as combinações de armadilhas diabólicas usando as tranqueiras comuns que recolhe pelo cenário.
Existe uma versão para NES também mas bem mais pobre e menos bem-quista.

3- Home Alone 2 (NES; Mega Drive; SNES; Game Boy, PC)


A malfadada sequência do primeiro jogo, inspirada no segundo filme da série, lançada para tudo que foi plataforma da época e não agradando em nenhuma. Em "Home Alone 2" mais uma vez você deve ajudar Kevin a sabotar os planos de Harry e Marv, agora também pelos corredores do hotel, onde aspiradores de pó descontrolados espreitam para pegar o garoto esquecido pela família.
Eu não lembro de ter essa cena no filme, mas também já assisti a muito tempo...

4- James Pond II: Codiname: Robocod (Mega Drive; SNES; Master System; Game Gear)


Após ser derrotado no primeiro jogo da série, o (quase) famigerado Dr. Maybe foge para o Pólo Norte e sequestra a oficina do Papai Noel, mantendo os trabalhadores como reféns. Agora, com a ajuda de um traje cibernético, o peixe agente secreto James Pond deve derrotar Dr. Maybe, recuperar todos os brinquedos roubados e salvar o Natal (não necessariamente nessa ordem).

5- Xmas Lemmings (PC)


Lançado em 1991, "Xmas Lemmings" foi uma prévia freeware para o lançamento de "Oh No! More Lemmings". O jogo tinha apenas quatro fases (duas  de "Oh No! More Lemmings" e duas originais), colocando os simpáticos roedores acéfalos para enfrentar a morte certa vestidos de Papai Noel e em cenários nevados embalados por música natalina. Posteriormente outros "Xmas Lemmings" foram lançados e acabaram reunidos em uma coletânea em 1995, intitulada "Holiday Lemmings".

É isso, pessoal. Provavelmente vou sumir pelos próximos dias e só voltar a postar depois do Natal, então aproveito para desejar antecipadamente Boas Festas, com muita paz, felicidade e todos os outros lugares comuns que todo mundo fala, para todos os nossos leitores e amigos. Não comam rabanada demais para não terem dor de barriga e não fiquem rindo da sua tia solteirona de porre da cidra Cereser dando vexame, porque isso é feio. Até!

19 de dez. de 2018

Altered Beast- Master System


De bem parecida com o que aconteceu com "Golden Axe", "Altered Beast" foi  outro clássico dos arcades e do Mega Drive cuja adaptação para o Master System sofreu com as limitações do sistema, tendo os cortes e sacrifícios feitos para fazer o port rodar em um console de 8 bits comprometido seriamente a qualidade e a diversão do jogo.

História e Roteiro


Não há muito de diferente a se falar aqui, exceto que o enredo é o exatamente o mesmo das outras versões: Neff, o senhor do mundo subterrâneo dos mortos, sequestra Atena, filho de Zeus, e agora o maior dos deuses traz de volta a vida um bravo centurião romano, morto em batalha um século atrás, para resgatar sua filha das garras de Neff,
Enquanto isso, Zeus provavelmente continuará com a bunda sentada em seu trono no Olimpo, enchendo a pança de ambrosia servida por Ganimedes.

Gráficos


É visível que os gráficos foram um dos aspectos onde mais se investiu na adaptação,  tentando manter os sprites dos personagens e os cenários o mais próximo possível dos originais, mas com resultados bastante insatisfatórios.
A primeira fase, o cemitério, é até passável, mas já sofre com a flagrante perda de detalhes dos cenários, com a palheta de cores esquisita e limitada e com a piora no traço tanto dos personagens quanto dos cenários, mas a partir da 2o fase, a floresta pantanosa, é que fica inegável o quanto os gráficos dessa versão são uma pálida e mortiça cópia daqueles do arcade ou do Mega Drive- essa fase, inclusive, é de doer os olhos!
Os sprites dos personagens são grandes mas essa é a melhor coisa que se pode dizer deles... são pessimamente animados e quando se destrói um inimigo, o sprite dele literalmente quebra em pedaços, que mais parecem os fragmentos de uma figura de papel cortadas por um aluno de pré- escola pouco habilidoso.
A transformação do centurião nas formas animais é, sem dúvida, o ponto alto dos gráficos, com cut scenes vistosas e bem feitas.

Música e Efeitos Sonoros


As músicas até que não sofreram tanto em sua formatação em sua adaptação para os 8 bits. Obviamente não tem a mesma qualidade das originais, mas são perfeitamente escutáveis.
O mesmo não pode ser dito dos efeitos sonoros, que são bem fracos e algumas vezes até sofrem um atraso, um delay, em relação a ação na tela, por exemplo na transformação ou a risada de Neff ao ser derrotado ao fim de cada fase.

Controles e Jogabilidade

Esse foi o aspecto mais sacrificado no jogo, sem dúvida alguma. Tanto os controles quanto a jogabilidade são sofríveis! Tudo é lento... a tela se move como se estivesse em câmera lenta... o mesmo vale para os inimigos e para o centurião em especial! 
A resposta aos comandos é ruim, lenta e errática, e é muito difícil retomar o controle depois de ser golpeado.
Resumindo... controles e jogabilidade péssimos! Outro ponto que atrapalha bastante é que para saltar deve-se apertar o botão 1 e o botão 2 simultaneamente, devido ao fato do controle do Master só ter dois botões, o que deixa tudo mais complicado, em especial quando se trata de lidar com inimigos voadores, como aquelas pragas de imps amarelos!

Dificuldade



Essa versão de "Altered Beast" é bastante difícil, em especial devido a horrível jogabilidade e controles o deixarem quase injogável! Jogar "Altered Beast" no Master System é uma experiência frustrante em grande parte porque seu maior desafio é lidar com controles que parecem quebrados de tão pouco responsivos! Passar da primeira fase já é um feito digno de nota. Chegar na terceira ou quarta é uma verdadeira proeza!

Considerações Finais


A versão para o Master System de "Altered Beast" é um péssimo port, quase injogável e nada divertido. A única razão que pode levar alguém  jogar esse jogo é curiosidade (mórbida?), e nada além disso.
Exceto, talvez, masoquismo...

NOTA: 2,0

12 de dez. de 2018

Bank Panic


Volta e meia se esbarra com um jogo que não prometia nada e acaba surpreendendo. Lançado para o público europeu do Master System em 1987 pela Sega, "Bank Panic" é um desses casos, com uma premissa pouco empolgante ou animadora, mas acaba divertindo mais do que se podia esperar.

História e Roteiro


Enredo simples para um jogo simples: É um típico dia em um típico banco do velho oeste norte- americano. Clientes vem depositar seu dinheiro. Bandidos tentam assaltá-lo. Bombas são plantadas em suas portas. 
O xerife da cidade, um típico cowboy honrado e corajoso de chapéu dourado, deve proteger o banco até o fim do expediente, quando toda a população da cidade se reúne em frente ao banco para comemorar tal acontecimento sacudindo os braços aleatoriamente.
Com certeza uma cena bem comum por aquelas bandas.

Gráficos


Os gráficos são bem legais. O cenário é simples e sempre o mesmo, mas os sprites dos personagens são grandes. bem desenhados e divertidos, com um traço cartunesco e bem-humorado e um visual que lembra tanto filmes de bang bang antigos quanto desenhos animados ou quadrinhos ambientados no velho oeste.

Música e Efeitos Sonoros


O jogo tem poucas músicas, e de qualidade mediana. A música que toca em todos os rounds lembra algo tocado no piano de um saloon, mas rapidamente se torna repetitiva.
Os efeitos sonoros são um pouco acima da média, merecendo destaque o som das armas atirando, bem razoável para um jogo de 8 bits.

Controles e Jogabilidade

O jogo inteiro se passa dentro de banco do velho oeste americano, o qual é um edifício aparentemente circular com doze portas e aparentemente apenas um ou dois caixas para atender os clientes- uma representação bastante fiel de como eram os bancos dali naquela época, acredito eu... pelo menos a parte de ter poucos caixas atendendo é perfeitamente realista até os dias de hoje!
Para circular pelo banco usa-se os direcionais para esquerda ou direita, sempre tendo três portas numeradas a sua frente. Para atirar usa-se três botões: o direcional para cima atira na porta da esquerda e os botões 1 e 2 nas portas da direita e do centro, respectivamente.
Demora-se um pouco para pegar o jeito, volta e meia se atirando na porta errada ou acertando um cliente por engano ( que reage furiosa e comicamente, gesticulando freneticamente todo chamuscado) e a única forma de evitar isso é treinar até pegar o jeito e reagir automaticamente. 
Pelo menos os comandos respondem com perfeição, o que facilita o trabalho.

Dificuldade


Não é nada difícil aprender a jogar "Bank Panic", mas para dominar o jogo é preciso bastante treino, até porque em cada nova fase a dificuldade aumenta consideravelmente, com as portas abrindo mais rápido e mais bandidos aparecendo.
Preste atenção em umas barras que parecem acima do número de cada porta. Elas mostram quando tem alguém em frente a porta, prestes a abri-la.
Quando uma porta se abre, pode aparecer qualquer uma das seguintes possibilidades:

A) Cliente: Pode ser um homem ou uma mulher. Eles depositam um saco de dinheiro e vão embora. é preciso recolher pelo menos um saco de grana em cada uma das doze portas antes de passar para o round seguinte.
E tome cuidado para nunca atirar equivocadamente em um cliente! Você perderá uma vida!
Mas até que é engraçado...
B) Cliente amarrado: Atire na corda e ele depositará três sacos de dinheiro. Demore e um bandido aparecerá.
C) Cliente rendido: Quando o cliente estiver com cara de assustado e as mãos para o alto, aguarde. Logo um bandido tomará seu lugar.
D) Garoto do Chapéu: Um fã mirim do cowboy herói do jogo, que carrega uma pilha de três ou mais chapéus para o herói demostrar seu talento no gatilho acertando-os no tempo certo. Faça isso e ganhe ou um saco de dinheiro ou tempo extra.
E) Bandidos mascarados: Eles querem roubar o banco e não vão hesitar em atirar no bravo xerife. Se você atirar neles antes deles sacarem a arma, será considerado "unfair" (injusto) e você ganhará apenas 100 pontos. Deixe o gatuno sacar a arma e assim ganhe uma pontuação bem maior.
ATENÇÃO! O bandido de botas brancas é o chefe do bando e precisa de DOIS tiros para ser eliminado.

Lembre-se! Pontos são importantes porque são a única forma de ganhar vidas nesse jogo.

Um outro detalhe importante é que volta e meia aparecerá uma bomba presa à alguma das portas. Se você não atirar nela, ela explodirá e perde-se uma vida. Pode parecer esquisito atirar em uma bomba para evitar que ela exploda, mas como é um jogo de faroeste, parto do pressuposto que o cowboy de branco atirou no pavio e o apagou.
O grande problema do jogo não é sua dificuldade e sim ser absurdamente repetitivo. Todas as fases são absolutamente a mesma coisa! Lá pelo Round 8 ou 9, já se está farto de tudo isso.

Comentário Final


"Bank Panic" é um joguinho casual legal, que diverte por um tempo até se tornar enjoativo devido a mesmice e repetitividade de suas fases. É o tipo de jogo para se jogar de vez em quando, sem compromisso.

NOTA: 5,5

10 de dez. de 2018

Serviço de Utilidade Pública OSD: Qual letra é qual arma em "Transbot"



Os power-ups nesse shooter da Sega são conseguidos ao se apanhar letras voadoras, liberadas ao se destruir um cargueiro terrestre. As ditas letras vão de A até G. Abaixo segue a lista do efeito que cada letra ocasiona no caça espacial CA-214:

A- DEFAULT WEAPON: Forma padrão do CA-214. Caso você esteja com outro armamento ou na forma de robô, apanhar o "A" retornará a forma original.
B- RING LASER:  Mantêm a forma de caça, com tiros bem mais rápidos.
C- WIDE LASER: Alterna para a forma de robô, disparando um laser de ampla extensão mas não muito rápido
D- TORPEDO: Mantém a forma de caça, com o tiro mais poderosos do jogo,mas lento.
E- TRIPLE SHOT: Alterna para a forma de robô. Atira em três direções diferentes (diagonal superior, centro e diagonal inferior), mas o alcance é curto.
F- FRONT N BACK SHOT: Alterna para a forma de robô. Atira para frente e para trás simultaneamente. 
D- AMMUNITION: Recarrega a munição ao máximo. Não tem nenhum efeito sobre a forma padrão.

Por hoje é só isso mesmo, pessoal. O recorde mundial em "Transbot" é de Jon A. Rivera, com 502,040 pontos. Caso alguém queira tentar quebrar recorde, o guia acima vai ser útil. Só não sei como fazer alguém manter o interesse em jogar esse jogo o suficiente para conseguir isso. 
Eu, francamente, estou fora.

9 de dez. de 2018

Transbot/ Astro Flash/ Nuclear Creature


Quando algo faz sucesso, não tardam a aparecer clones e cópias tentando caçar uns niqueis graças ao sucesso alheio. Algumas dessas cópias tem suas qualidades e até conseguem algum reconhecimento por seus próprios méritos, enquanto outras são simplesmente sofríveis.
Lançado pela Sega em 1985 no Japão como "Astro Flash", e no ano seguinte como "Transbot" nos EUA, foi uma tentativa de pegar carona no sucesso de "Transformers" e se encaixa nessa segunda categoria.

História e Roteiro


A história do jogo até que não é tão má assim: No ano 2000, a guerra nuclear terminou a pouco tempo e agora a humanidade tenta reerguer a civilização e recuperar tudo o que foi perdido no conflito.
Ao sair dos abrigos nucleares subterrâneos e iniciar o longo caminho da restauração, os sobreviventes descobrem da pior forma possível que estão sob uma grave ameaça, a qual vem na forma de DALAUS, um super computador com inteligência artificial a altura, também sobreviveu ao conflito e agora está decidido a criar seu próprio império, e, para tal, planeja eliminar de vez a raça humana.
Todas as esperanças da humanidade recaem agora sob um único piloto, o qual, a bordo da nave CA-214, capaz de alternar sua forma entre caça e robô, deve destruir DALAUS e suas forças.
O roteiro até tinha potencial para gerar um jogo legal, mas, infelizmente, não foi o que aconteceu.

Gráficos


Os gráficos são bem fracos. Os cenários são mortos, sem graça e os inimigos são em pouca variedade e com um design medíocre, sendo os chefes de fase apenas ligeiramente melhores. Sua nave é feia, com um escolhe de cores horrenda e mal animada, com movimentos duros. Tanto a forma de caça quanto a de robô voam com a graça e desenvoltura de uma tábua.
Tudo o que se refere a parte gráfica de "Transbot" é bem sem vida, a tela inicial inclusive.

Música e Efeitos Sonoros

Tanto a música da tela de abertura quanto as únicas duas músicas de fase (uma para a superfície, a outra para o subterrâneo) até que não ruins, mesmo sendo genéricas e repetitivas. Quanto aos efeitos sonoros, são indiscutivelmente medíocres.

Controles e Jogabilidade

Os controles respondem bem, mas a nave em si é lenta e a jogabilidade tem algumas coisas esquisitas, como ser muito mais lento se deslocar na vertical do que na horizontal, que atrapalham na hora de jogar.

Dificuldade


O jogo é difícil, com inimigos rodopiando e atirando de todos os lados enquanto você tenta irar sua nave (que não é nenhum prodígio de velocidade) do caminho.
A única forma de se conseguir power-ups é destruindo um veículo de carga terrestre, que aparece de tanto em tanto, e apanhar a esfera que é liberada. O jogador então tem que ser rápido para escolher uma letra de A até G, cada uma modificando a resistência, o tipo de tiro e, por vezes, também sua forma, podendo assumir a aparência de um robô que mais parece brinquedo chinês vendido em camelô. Esse, teoricamente, seria o grande atrativo do jogo, mas francamente... não é grande coisa.
"Transbot" também  é daqueles jogos que não tem final, o que diminui ainda mais o interesse em jogá-lo, caindo em looping após a 2o fase.
Sim... exatamente isso... "Transbot" só tem duas fases repetidas indefinidamente. Empolgante, não?

Comentário Final
Capa da versão norte-americana do jogo
"Transbot" é um jogo fraco, um shooter medíocre cujo único trunfo, a possibilidade de alterar a forma da nave, não consegue impedir o jogo de ser bastante genérico.
Mesmo para os aficcionados por SHMUPs, "Transbot" é pouco mais que uma curiosidade, sem nenhum atrativo em especial.

NOTA: 3,0

P.S: No Brasil "Transbot" foi rebatizado como "Nuclear Creature" quando lançado pela Tectoy. Abaixo a capa da versão brasileira do jogo:


8 de dez. de 2018

10 jogos oldschool impróprios para menores

ATENÇÃO! ESSA POSTAGEM NÃO É RECOMENDÁVEL PARA MENORES DE 18 ANOS  OU MORALISTAS HIPÓCRITAS. CASO SEJA ESSE SEU CASO, POR FAVOR NÃO PROSSIGA A LEITURA DO PRESENTE TEXTO.

A quantidade gêneros e estilos de jogos de videogame é enorme e, como em toda mídia bem sucedida, não podia deixar de haver aqueles que escolhem direcionar seus produtos para um ramo mais... "adulto"...- se bem que, na maioria dos casos, parece que o termo  "adolescente" se encaixa melhor do que qualquer outro...
E isso não é de hoje, acredite! Nós do OSD separamos 10 jogos antigos que a galera do grupo jovem da igreja pode até jogar escondido, mas não admitiria em voz alta.

1- Leisure Suit Larry in the Land of Louge Lizards (PC)


Provavelmente o mais pop dos games "salientes", "Leisure Suit Larry in the Land of Louge Lizards" é um adventure game  lançado pela Sierra On-Line originalmente de 1987 e que gerou uma franquia de sucesso, com várias sequências e remakes. O jogo segue as aventuras (e desventuras) de Larry Laffer, um virgem de 38 anos que mora com a mãe,  em sua viagem à fabulosa cidade de Lost Wages (uma paródia de Las Vegas) em sua busca pela "primeira vez" e pela mulher de seus sonhos (não necessariamente nessa ordem).
"Leisure Suit Larry in the Land of Louge Lizards" mistura piadas infames, humor de filme de comédia dos anos 80 e um protagonista no melhor estilo "fracassado simpático" que garante umas risadas, além de ter gráficos bem legais para sua época. O jogo ganhou um remake em 1991 e outro em 2013, em estilo point-and-click com gráficos atualizados mas com a mesma comicidade rasteira de sempre.

2- Bubble Bath Babes (NES)


No início dos anos 90, a desconhecida Panesian lançou para o NES três jogos de teor erótico, voltados para o público adulto. Obviamente nenhum deles era licenciado e sequer estavam a venda nas lojas que tradicionalmente vendiam jogos de videogame! O mais conhecido dos três é um puzzle estilo "junte 3 iguais" onde, além da moça nua de renderização de qualidade burocrática, ainda podia se ter acesso a mais nudez de 8 bits dependendo da sua performance no jogo.
Uma curiosidade é que esse jogo ganhou um remake voltado para todos os públicos, substituindo as moças nuas por sereias parcamente vestidas, "Mermaids of Atlantis- The Riddle of the Magic Bubble", também não licenciado.

3- Peek-a-Boo Poker (NES)


Mais um dos títulos lançados pela Panesian para o Nintendinho, como o nome já indica "Peek-a-Boo Poker" é um jogo de strip pôquer. Sem mais.

4- Hot Slots (NES)


O último título lançado pela infame Panesian, "Hot Slots" é um simples jogo de caça-niqueis, mas com o mesmo fator de recompensar o jogador com sensuais cenas de 8 bits dos outros dois games da empresa- E assim como os os outros dois, "Hot Slots" também é um cartucho bem raro atualmente e, mesmo todos sendo considerados jogos de qualidade inferior, valem uma boa grana!

5- X-Man (Atari 2600)


Comumente (e erroneamente) chamado de "Sexo-Man" aqui no Brasil, "X-Man" é um jogo de Atari 2600 onde um protagonista bem "empolgado" tenta achar seu caminho por um labirinto repleto de tesouras, caranguejos e dentaduras mecânicas até a entrada de um quarto, onde uma moça o aguarda para ajudá-lo a marcar pontos de uma forma bem... íntima. 
Sim, o jogo não fazia o menor sentido, mas quem o comprava certamente não tinha isso como prioridade.

6- Gigolo (Atari 2600)


Um jogo de Atari onde, sem brincadeira nenhuma, você controla uma prostituta que percorre as ruas de uma cidade para atender clientes em suas casas enquanto foge da polícia e depois entrega o dinheiro para seu cafetão. 
Francamente não sei dizer se isso é um jogo ou um trabalho sociológico sobre prostituição...

7- Softporn Adventure (PC)


Embora hoje quase desconhecidos das gerações mais novas, text-based games/ jogos-texto já foram bastante populares entre os gamers, o gênero contando com jogos de todo tipo, como terror, aventura, fantasia e... erótico... 
Lançado em 1981, "Softporn Adventure" é um dos que mais se destacaram nesse... sub-gênero... e inclusive foi uma das inspirações para o jogo " "Leisure Suit Larry in the Land of Louge Lizards" . O jogo mostra as peripécias de um sujeito festeiro amargando um maré de azar e tentando dar a volta por cima.
Uma curiosidade é que o programador do jogo, Chuck Benton, afirmou que alguns pedaços da história do jogo foram baseados em fatos reais de sua própria vida, mas não especificou quais seriam esses pedaços.
Como dizia aquele programa... acredite se quiser...

8- Knights of Xentar (PC)


Único jogo da série japonesa de RPGs "eroge" "Dragon Knight" a chegar no ocidente, "Knights of Xentar" era originalmente o terceiro jogo da franquia, a qual mistura a mecênica dos RPGs da época e um cenário de fantasia medieval com nudez e situações mais apimentadas. Lançado originalmente em 1992, só chegou nesse lado do planeta três anos depois, em 1995.

9-Leather Goddesses of Phobos (PC)


O jogo começou como uma piada do pessoal da Infocom em uma reunião, depois virou um título de trabalho bem humorado usado em qualquer jogo em desenvolvimento, e por fim tornou-se um text-based game que parodia os filmes e livros de ficção científica dos anos 40 e 50 com bastante humor e alguns momentos mais sexy, onde as "Leather Godsses" do título finalmente terminam seus planos de invasão e conquista da Terra, visando transformar o planeta em seu reduto de prazer particular, e para isso sequestram um terráqueo para servir de cobaia para a técnica que escravizaria a humanidade, sobrando à suposta cobaia acabar com o plano das dominatrix espaciais e salvar a humanidade.
O jogo gerou uma sequência, "Leather Goddesses of Phobos 2: Gas Pump Girls Meet the Pulsation Inconvenience from Planet X",uma aventura gráfica, e também foi citado no filme "Perdido em Marte", como um dos jogos que o protagonista acha no laptop da astronauta nerd Beth Johanssen, junto com "Zork II".



10- Cobra Mission: Panic in Cobra City (PC)


Um jogo point-and-click japonês de 1991, lançado no ano seguinte nos EUA, onde um detetive deve descobrir porque as mulheres da cidade de Cobra City vem desaparecendo. O jogo tem várias cenas de sexo, algumas interativas, onde o jogador seleciona as opções a serem usadas ( mãos, lábios, etc) para tentar fazer aumentar o medidor de prazer das moças- se falhar, ela se aborrece e vai embora.
Sim, é sério.

E a lista chega ao fim. Sempre vale a pena lembrar esses jogos não são destinados a quem ainda não completou 18 anos nem são um bom assunto para conversar no almoço de família do domingo, certo?

7 de dez. de 2018

10 jogos oldschool de corrida mais selvagens

Jogos de corrida sempre foram absurdamente populares, com muitos títulos bastante queridos pelos gamers , mas... vamos ser sinceros... por mais legais que "Need for Speed", "Super Monaco GP" ou "Out Run"fossem, tinha momentos que o que você mais queria era jogar o adversário fora da estrada, dar uns tiros no cretino ou jogar óleo na pista... confesse...
Felizmente não faltaram jogos que davam essas opções na época de poucos bits e nós do OSD separamos dez deles para você que quer mais que o circo, ou melhor, o autódromo, pegue fogo!

 1- Road Rash (Mega Drive)



Toda a emoção de participar em corridas de moto clandestinas em estradas interioranas da Califórinia... golpear outros corredores com correntes, desviar de carros de passeio, fugir da polícia e atropelar vacas..."Road Rash" tem tudo isso e mais um pouco! Lançado pela Eletronic Arts, o jogo tinha gráficos e música de qualidade e muita ação, gerando duas sequências que levaram os rachas em duas rodas do interiorzão norte-americano para o resto do mundo.

2- Skitchin' (Mega Drive)


E quem disse que você precisa de um motor para uma corrida radical? Um par de patins, uma auto-estrada movimentada, alguns carros para se pegar carona agarrando no para-choque e alguns competidores sem nenhum tipo de bom senso ou instinto de auto-preservação.... precisa de mais alguma coisa?

3- POD: Planet of Death (PC)



Em um distante planeta, um acidente de mineração espalha um nuvem de fungos mortais pela atmosfera. A maior parte da população consegue fugir a tempo, mas um punhado de sobreviventes acaba ficando para trás com uma única nave de fuga individual sobrando. Qual é a única forma de decidir civilizadamente quem vai se safar e deixar os outros condenados à morte? Uma corrida, obviamente! Quem ganhar, vive!

4- Carmageddon


Um dos mais polêmicos jogos de sua época, proibido em muitos países e que até hoje possui uma legião de fãs, "Carmageddon" levou a selvageria automotiva a outro nível, com muito sangue, explosões e atropelamentos de pedestres, em uma corrida futurista onde fazer estrago é o objetivo e chegar primeiro fica em segundo plano. "Carmageddon" originou uma franquia de sucesso, com três sequências igualmente sanguinolentas, para horror das tias solteironas que acham que videogame é coisa do capeta.


5- Mario Kart (SNES)



Porque você não sabe o que é viver até jogar alguém girando para fora da pista atirando um casco de tartaruga nele.
- Mas "Mario Kart" não é selvagem!
Olha... se um gorila jogando cascas de banana na pista para fazer um cogumelo derrapar enquanto é ultrapassado por um dragão não é algo selvagem, eu não sei dizer o que mais seria...

6- Death Rally (PC)


Outro jogo e corrida em um futuro decadente onde destruição é a prioridade, só que dessa vez com uma perspectiva vista de cima. Através do dinheiro ganho nas provas os carros podem receber melhorias, como blindagem, motor mais possante e pneus melhores, ou então simplesmente pode-se simplesmente comprar um carro novo com uma metralhadora mais potente. Não se esqueça de comprar umas minas e foguetes no mercado negro- afinal não se pode ter um futuro decadente sem um mercado negro de armas altamente destrutivas, não?

7- Wacky Wheels (PC)


Um clone de "Mario Kart" com bichos de zoológico (e um tubarão, sabe-se lá porque...) dirigindo uma mistura de kart com cortador de grama enquanto jogam bombas e porcos-espinhos um nos outros. Uma corrida realmente animal!
Mas que trocadilho manjado... peço desculpas...

8-"Star Wars Episode I Racer (PC)


Um jogo da franquia "Star Wars" baseado em um dos pedaços mais legais do "Star Wars Episódio I- A Ameaça Fantasma", a corrida de Pod Racers em Tatooine! O jogo traz todos os corredores do filme e mais alguns exclusivos, além da possibilidade de correr em pistas de outros planetas. As pistas, diga-se de passagem, são cheias de obstáculos e algumas surpresas, como os Tusken Raiders mandando bala no teu podracer e comemorando. Valeu aí, povo da areia... muito obrigado...
Ah, sim... E Sebulba é o cara!

9- Fatal Racing/ Whiplash (PC)


Um jogo que mistura pistas acrobáticas, cheias de loops, rampas para salto e trechos em parafuso, com trombadas, colisões e outras formas de jogo sujo. Outro fator legal para a época foi que o jogo contava com oito equipes diferentes para o jogador escolher, tendo cada carro sua especificidade, com diferenças em velocidade máxima, dirigibilidade, aceleração, etc.
Lançado em 1996, foi rebatizado de "Whiplash" nos EUA e merecia mais reconhecimento do que recebe hoje em dia.

10- Rock'n Roll Racer (SNES, Mega Drive)


O que pode ser mais selvagem do que correr por planetas de todo o universo, explodindo oponentes alienígenas e largando minas terrestres pelo caminho em pistas infernais? Fazer tudo isso ouvindo clássicos do rock como "Peter Gunn" de Henry Mancini, "Born to be Wild" de Steppenwolf ou "Paranoid' do Black Sabath! O jogo ainda traz um viking como personagem secreto! Selvageria total, inquestionavelmente!
"Rock n' Roll Racer" foi lançado pela Blizzard, sendo até hoje um de seus maiores sucessos e um de seus clássicos mais queridos. Atualmente é disponibilizado gratuitamente na loja da empresa.
Ah... E se quiser jogar com o viking Olaf, nós do OSD ensinamos como em outra postagem: 
https://oldschooldigger.blogspot.com/2018/07/dicas-osd-como-habilitar-o-viking-olaf.html


MENÇÃO HONROSA- "Wacky Races" (Mega Drive)


Se você foi criança nos anos 80 ou 90, com certeza em algum momento assistiu esse desenho animado clássico de corrida e talvez tenha até apostado em quem ganhava a corrida do dia. Daria um jogo bem legal, não? Pois é... quase rolou... chegou a ser desenvolvido pela Eden Entertainment Software, em parceria com a Virgin, para o Mega Drive, mas infelizmente acabou cancelado na última hora, aparentemente devido a problemas de copyright e direitos autorais. 
Até existe um "Wacky Races" para o NES, mas é um jogo de PLATAFORMA estrelado pelo MUTTLEY onde os outros corredores são CHEFES DE FASE. 
Sim, é verdade. 
Sim, isso não faz muito sentido.

E nossa lista fica por aqui. Agora escolha o seu favorito, liberte seu Dick Vigarista interior e pise fundo. Boa corrida!

6 de dez. de 2018

"Aeon of Sands", RPG a moda antiga com arte feita a mão, disponível na loja Steam


Dungeon crawler já foi um dos gêneros de RPG eletrônico mais populares, mas encontrou o mesmo destino de outros gêneros outrora supercotados: caiu em desuso, sendo hoje em dia considerado um estilo superado, ultrapassado ou antiquado. 
Levando isso em consideração, o lançamento de dois dias atrás da desenvolvedora Two Bits Kids na loja Steam é uma ótima notícia para quem sente falta de jogos como "Realms of Arkania" ou "Wizardry"! O jogo junta todo o velho estilo dos  dungeons crawlers, mas com uma arte caprichada e novidades como múltiplos finais, combate em tempo real e jogabilidade não- linear.
Outra coisa que vale a pena mencionar... o cenário do jogo! Gostei bastante do cenário de "Aeon of Sands", uma mistura de "Duna" com "Dark Sun" de AD&D e uma pitada de "O Ataque dos Vermes Malditos". Bem sombrio e pós- apocalíptico!
Para quem quiser conferir, deixo o link Steam abaixo. Se você curte RPG, dê uma conferida!

https://store.steampowered.com/app/907820/Aeon_of_Sands__The_Trail/

5 de dez. de 2018

"Zeroptian Invasion", um shooter a moda antiga, disponível na loja Steam


Nunca fui um jogador maníaco por alcançar pontuação alta no placar, mas sempre achei fixed shooters como "Space Invaders", "Galaga", "Galaxian" e "Millipede" bons matadores de tempo. Para quem gosta desse estilo também, uma boa pedida é "Zeroptian Invasion", um shooter que presta homenagem aos clássicos do final dos anos 70 e primeira metade dos anos 80.
O jogo é de autoria de Josyanf1, que atualmente está preparando o remake de "Alex Kidd in Miracle World" junto com Narehop, e está disponível na loja Steam desde 28 de novembro. "Zeroptian Invasian" inclusive tem 12 conquistas Steam a serem alcançadas, para quem curte isso.
Minha opinião? Para ser bem franco, achei o trabalho do Josyanf1 bem caprichado e "Zeroptian Invasian" tem várias qualidades (o jogo tem vários cenários e inimigos diferentes, além de enfrentamentos com chefes de fase, coisas ausentes em "Galaga" ou "Space Invaders") mas... achei o preço meio salgado... pretendo comprar, mas durante uma promoção.
Para quem quiser conferir, segue abaixo o link da página na Steam:

https://store.steampowered.com/app/974110/Zeroptian_Invasion/

3 de dez. de 2018

Divagações Old School: É "Captain Commando" o futuro do mundo de "Street Fighter" e "Final Fight"?


O excelente lançamento da Capcom que trouxe um punhado de beat'em ups de qualidade para a Steam acabou reacendendo uma velha dúvida em mim... Seria o ano de 2026 de "Captain Commando" o futuro do mundo apresentado em "Final Fight" e "Street Fighter"?
Bom... muita coisa parece indicar que sim... o nome da cidade de "Captain Commando" é o mesmo da cidade do prefeito Mike Haggar, Metro City. A cidade onde os quatro comandos perambulam seria a Metro City algumas décadas depois de Mike Haggar mostrar que não é preciso usar camisa para ser um bom prefeito.
A ligação com "Street Fighter" é um pouco mais indireta... Ginzu, o ninja commando, é treinado no estilo Bushinryu de  Ninjutsu, o mesmo do ninja de roupas laranja Guy ( uma escolha nada discreta para um assassino das sombras, diga-se de passagem), parceiro de treino de do encrenqueiro Cody.
"Final Fight" foi o primeiro jogo que Guy apareceu, mas depois foi incluído na série de luta um-contra-um "Street Fighter", estreando em "Street Fighter Alpha". 
Ora... como Ginzu e Guy são do mesmo clã ninja e lutadores do mesmo estilo (apenas separados por um período de tempo) e Guy é parte da série "Street Fighter", então Ginzu (e todo o resto) também fazem parte do multiverso "Street Fighter". Outra prova da ligação entre "Street Fighter"-"Final Fight" é que Chun Li faz uma ponta em "Final Fight 2", comendo lámen em uma barrraquinha ao fundo de uma das fases.
Parece tudo encaixado, certo? Mas aí vem o salmão da dúvida... nos arquivos da Shadaloo sobre Yuta Homura, um dos ninjas da vila Glade of Ninjas  e amigo da Ibuki de "Street Fighter III: New Generation", diz que ele é capaz de zerar o arcade "Captain Commando" usando Mack the Knife, o Mummy Commando, com apenas uma moeda.
Pronto... zoou a hipótese toda... depois dessa vejo três hipóteses:

1) Erro ou esquecimento dos desenvolvedores de "Street Fighter III" que acabou passando batido pelo pessoal da Capcom- o que, se for o caso, acho que deveria ser alterado e modificado nas versões do jogo lançadas para consoles domésticos.

2) Uma piada (interna?) ou uma referência- gracejo para os fãs de "Captain Commando", devendo ser encarada como uma brincadeira, não sendo uma informação canônica para ser tomada em consideração séria- o que, se for o caso, acho uma péssima decisão ou atitude, já que acaba embolando a mitologia da série- algo a ser evitado em QUALQUER franquia (exceto "The Legend of Zelda", obviamente, porque aí a bagunça faz parte e tentar montar o quebra-cabeça é um dos charmes da série).

3) "Captain Commando" de fato existe dentro do multi-verso "Street Fighter" mas como um "jogo dentro do jogo", um jogo de arcade mesmo, encontrado em fliperamas frequentados pelo Yuta Homura e o uso do estilo Bushinryu no "jogo dentro do jogo" deve-se a fama que Guy criou após ajudar a resgatar Jessica e derrotar a Mad Gear em Metro City uns anos antes .
"Final Fight" foi lançado em 1989, sendo esse aparentemente o "ano" no tempo do jogo, e o arcade "Captain Commando" foi lançado em 1991 (apesar de sua história ser passada em 2026), tendo o estilo Bushinryu sido utilizado pelos criadores do "jogo dentro do jogo" "Captain Commando" como forma de homenagear Guy, ou usar isso como propaganda do jogo- o que, se for o caso, achei um desperdício do cenário de "Captain Comamando" dentro do multiverso "Street Fighter", pois é uma opção bem menos divertida, bem menos legal, do que a hipótese "mundo do futuro".

Se a terceira hipótese for de fato a correta, a única explicação racional que encontro é que talvez os desenvolvedores tenham achado que "Captain Commando" podia engessar o desenvolvimento das franquias, pois o futuro do multiverso "Street Fighter/ Final Fight" já seria conhecido, mas, colocando-o como um jogo de arcade, um "jogo dentro do jogo", permitiria-se criar novos jogos ambientados no futuro das duas franquias, sem causar conflito ou contradição com o mostrado em "Captain Commando".
Mercadologicamente falando, faz sentido. É uma razão compreensível, admito, mas, particularmente, continuo preferindo que a opção "Mundo do futuro" fosse a oficial. Ficava muito mais irado ir construindo essas pontes e fazendo as ligações.

2 de dez. de 2018

Dicas OSD: Sound Test em "Penguin Land" do Master System


"Penguin Land" era um daqueles jogos que você podia escolher em qual fase começar, então um macete para selecionar estágio não faria o menor sentido, contudo o jogo tem um codigozinho para que o jogador possa acessar o Sound Test:

Para entrar no menu do Sound Test, na tela inicial aperte DIRECIONAL PARA ESQUERDA, ESQUERDA, DIREITA, DIREITA, BAIXO, CIMA, ESQUERDA, DIREITA e em seguida qualquer botão.

É... a dica de hoje não foi grande coisa... mais uma curiosidade do que realmente útil... Ah, sim... tem um detalhe que não é bem um macete mas muita gente esquece! Tem como você visualizar a fase toda a qualquer momento do jogo! Basta, durante o PAUSE, apertar DIRECIONAL PARA BAIXO e ir descendo. Ajuda bastante em alguns estágios, acredite!
Vou ficando por aqui para poder jogar um pouco antes que o domingo termine. Bom jogo a todos e até o próximo post!

1 de dez. de 2018

"Battle Princess Madelyn" chega em 4 dias na loja Steam!


E quem disse que princessas são apenas para serem salvas? De pois de "Amazing Princess Sarah" mostrar na Steam que princesas também sabem botar as forças do mal em seu devido lugar, em quatro dias será a vez de "Battle Princess Madelyn", da Casual Bits Games Inc, entrar em cena, com uma jovem princesa em sua luta para salvar sua família e vingar a morte de seu cãozinho de estimação- o qual aliás prova que a fidelidade canina é mais forte que a própria morte e acompanha sua dona na jornada na forma de um simpático fantasma!
O jogo lembra clássicos como "Ghouls n' Goblins" (NES); "Ghouls n' Ghosts" (Master e Mega); "Super Ghouls n' Ghosts" (SNES); "Wonder Boy" (Master) e "Wonder Boy III: The Dragons Trap" (Master), além do jogo retrô "Maldita Castilla' do Locomalito- aliás quem ez a música para "Battle Princess Madelyn" foi o mesmo cara responsável pela trilha sonora de "Malditta Castilla", Gryzor87, e que manda muito bem, diga-se de passagem!

Já adicionei adicionei o jogo da princesa justiceira e seu totó fantasmagórico na minha lista de desejos. Agora é só aguardar mais um pouco e conferir o preço. Quem quiser dar uma conferida, deixo o link abaixo:

https://store.steampowered.com/app/603930/Battle_Princess_Madelyn/